Sorriseria – Clínicas Odontológicas | Raio-X digital: três coisas que você ainda não sabe

Raio-X digital: três coisas que você ainda não sabe

Com o avanço tecnológico ocorrido nas últimas décadas, mudanças importantes em várias áreas do conhecimento possibilitaram a criação da radiografia digital, que traz muitas vantagens quando comparada ao método tradicional.

Saiba tudo sobre essa nova tendência.

Quais são as vantagens do raio-x digital versus o equipamento convencional?

A aquisição de imagens se tornou muito mais ágil, reduzindo o tempo de exposição do paciente à radiação. Em outras palavras, a “dose de radiação” costuma ser muito menor do que as doses normalmente usadas nos equipamentos convencionais. Além disso, a ausência de filmes convencionais possibilitou uma menor contaminação do meio ambiente por descarte de soluções químicas, otimizando o processo de armazenamento da imagem sem deterioração da qualidade.

E as vantagens não param por aí! Com o uso do raios-x digital, a necessidade de repetição do exame por erros no processamento é consideravelmente reduzida e o diagnóstico radiográfico se torna mais acessível ao paciente com a visualização da imagem diretamente no computador.

Outro ponto positivo dessa nova tecnologia é a agilidade no compartilhamento das imagens entre cirurgiões-dentistas, favorecendo a precisão do tratamento.

2) Como funcionam os receptores digitais usados em consultórios?

Existem dois tipos de receptores digitais: a placa de fósforo e o sensor sólido. A placa de fósforo é considerada um sistema de aquisição de imagem semidireto, pois necessita de um scanner para sua leitura, após a exposição radiográfica. O sensor sólido, por sua vez, possui um sistema que é diretamente conectado a um computador (cabo ou wireless). A placa de fósforo gera maior conforto ao paciente durante o exame radiográfico, pois características como espessura e flexibilidade se assemelham às de um filme convencional. A imagem radiográfica obtida por meio dos sensores é visualizada quase que instantaneamente no monitor do computador. Entretanto, por apresentarem certa rigidez e maior espessura, podem causar maior desconforto ao paciente.

3) Com o receptor digital, há risco de contaminação cruzada para o paciente?

A fim de evitar a contaminação cruzada, isto é, risco de transmissão de doenças entre o paciente e a equipe odontológica, deve ser realizado um rigoroso controle de infecção nos procedimentos diários. Sendo assim, os receptores são envolvidos por barreiras plásticas impermeáveis que devem ser trocadas a cada paciente. No caso de sensores sólidos mais espessos, como proteção adicional, materiais de látex costumam ser utilizados.

Fontes:

http://www.apcd.org.br/index.php/noticias/671/orientando-o-paciente/09-01-2017/radiografia-digital-na-odontologia-tecnologia-em-beneficio-dos-pacientes

Azevedo-Marques PM, Salomão SC. PACS: Sistemas de Arquivamento e Distribuição de Imagens. Revista Brasileira de Física Médica.2009;3(1).

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